
Este é um tópico importante para conversamos no mês em que o ano letivo se inicia.
Estabelecimentos escolares, principalmente creches, e de ensino fundamental, quando os alunos ainda não atingiram a faixa etária necessária para completar o conjunto básico de vacinas necessárias contra as mais sérias enfermidades, sempre foram preocupação para profissionais de saúde e responsáveis. Com o advento da pandemia do COVID-19 e suas variantes, esta preocupação se tornou tão prioritária como a qualidade do ensino oferecida. Assim, além dos questionamentos obrigatórios sobre currículo letivo e novos regulamentos educacionais, no ato da matrícula ou rematrícula, cada vez mais os educadores são questionados sobre o tipo e frequência da limpeza dos estabelecimentos.
Como os gestores podem implementar metodologias de limpeza que garantam o menor risco possível de transmissão de vírus, germes e bactérias? Aqui estão as principais recomendações.
Planeje e aumente a frequência da limpeza
Isso pode ser um desafio em estabelecimentos que iniciam as atividades muito cedo e encerram muito tarde como creches, faculdades e cursos. Mas nada que um planejamento elaborado por especialistas não resolva. Alterar e aumentar os períodos de limpeza e desinfecção reduz, não só a propagação de qualquer variante do COVID-19, como das gripes sazonais e outras viroses comuns entre estudantes. Obviamente, esta reprogramação poderá se refletir no custo do serviço, mas lembre-se que limpeza, há muito tempo, deixou de ser considerada custo para ser considerada investimento em biossegurança que atrai e mantém clientes – neste caso, alunos – além de diminuir o absenteísmo do corpo docente por licenças médicas.
Pontos de toque de alta frequência
Seu novo planejamento deve obrigatoriamente contemplar atenção especial às superfícies de alto toque, como maçanetas, torneiras, interruptores de luz, armários e muito mais. Em creches e estabelecimentos de ensino fundamental a mesma atenção deve ser dada às áreas de recreação e outros espaços compartilhados, assim como brinquedos e equipamentos tocados ou repassados com frequência entre os alunos. Estes devem ser também além de sanitizados, desinfetados.
Siga as orientações oficiais
Existem muitas diretrizes para a limpeza eficaz de instalações educacionais. A Organização Mundial da Saúde em nível mundial e a ANVISA – Agência Nacional de Saúde – em âmbito nacional fornecem orientações úteis para reduzir o risco do COVID-19 e outros vírus. Mas, também, vale a pena verificar se as autoridades locais e estaduais da sua região oferecem algum tipo protocolo sobre o tema.
Incentive as práticas de higiene pessoal
Lavar as mãos frequentemente, limpar o material escolar e objetos trazidos pelos estudantes as escolas todos os dias, por exemplo devem ser objeto de campanha constante nos estabelecimentos educacionais. É obrigação dos educadores repassarem esta conscientização aos alunos e responsáveis através dos meios disponíveis, que vão desde cartazes até comunicações regulares aos responsáveis.
Equipe de limpeza consistente
Procure manter equipes de limpeza estáveis, sem muitas mudanças e substituições. Certifique-se que estão corretamente treinadas e contam com supervisão. É importante que todos os profissionais envolvidos nos serviços de sanitização e desinfecção estejam perfeitamente familiarizados com as demandas específicas de cada estabelecimento de ensino, rotinas e regulamentos internos. Portanto, opte por empresas com reputação consolidada e que ofereçam suporte e interação permanente com os gestores e soluções para qualquer nova situação.
Por mais de 50 anos, a Jani-King conquistou reputação de confiança por fornecer resultados acima das expectativas. Não importa quais sejam as suas necessidades, podemos oferecer um programa de limpeza e desinfecção consistente e de qualidade, mantendo seu estabelecimento educacional seguro e saudável durante todo o ano.
*Fonte: Jani-King Intl
